Vídeo / Som – where do we go?

25 04 2007

Uma prévia para falarmos amanhã.

Dá pra ver melhor na AtomFilms

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Conteúdo persuasivo parte 2 – Linguagem Audiovisual e Sonora

20 04 2007

Quando trabalhos com produção de conteúdo na pespectiva da persuasão, nossos argumentos para convencer quem está “do outro lado da mídia” a respeito de um produto ou serviço podem ser apresentados também através das linguagens audiovisuais ou sonoras. No caso das análises sobre os comerciais selecionados por vocês, é possível perceber elementos em comum, mesmo que eles se valham de estratégias diferentes (alguns comparam, outros emocionam, outros divertem, etc).

– Uma produção audiovisual é uma NARRATIVA. Há uma história – na publicidade – sendo contada em 30 segundos (normalmente), 1 minuto ou mais.

– Começamos pensando em um resumo (sinopse) e depois detalhamos mais (argumento). (esse processo também serve para pensar o spot.)

– A linguagem persuasiva na publicidade gosta sempre de trazer elementos conhecidos e recombiná-los em novos contextos. Os elementos conhecidos são as “coisas” que estão por aí, nas ruas, na nossa imaginação, na cultura, na mídia, que trouxemos da infância, que assistimos no cinema, que lemos no blog do Secco, do Daniel, no jornal, etc.

– Toda narrativa de caráter publicitário defende uma tese, a proposta única de venda, como vimos em aula.Audio

E quando “perdemos” as imagens? Ganhamos o imaginário do ouvinte. A capacidade de criar um mundo, através (mais uma vez) de uma narrativa usando vozes, efeitos e trilhas sonoras.

Em publicidade, o melhor exemplo de conteúdo persuasivo sonoro é o SPOT. Na aula, ouvimos alguns. Para baixá-los ou pegar outros, vá na PASTANET da atividade no Minha Unisinos. E lembre-se de ver outra vez como é um roteiro de SPOT.

TAREFA para próxima aula: tente adaptar um dos comerciais assistidos ou que esteja em algum blog dos colegas para ser apenas ouvido, ou seja, em forma de spot. Que efeitos, músicas e vozes seriam necessários, como seria essa narrativa?

A propósito, por que mesmo que a gente precisa saber sobre conteúdo audiovisual e sonoro do tipo persuasivo na Comunicação Digital?

Do I need to say more?





Conteúdo Persuasivo – quando a publicidade ataca

13 04 2007

O campo da comunicação digital é repleto de soluções diversificadas que pedem, além do domínio sobre a produção de conteúdo de caráter informativo que absorve e trabalha características do jornalismo, é necessário saber trabalhar em cima das influências da linguagem publicitária, que nos traz a essência do conteúdo persuasivo.

Na última aula, vimos que para o desenvolvimento de uma argumentação persuasiva (de convencimento) na publicidade, partimos da necessidade de identificar claramente, qual é a Unique Selling Proposition (USP) de determinados produto/serviço/ação/causa/etc. Ou seja, a proposta única de venda é o núcleo em torno do qual se lançam diferentes possibilidades de “vestimentas”, que são as chamadas “estratégias criativas”.

Como tarefa para a próxima aula, vocês deverão:

a) Escolher 5 estratégias criativas mencionadas em aula

b) Pesquisar 5 comerciais (mensagem audiovisual) no youtube ou afins que se encaixem em cada estratégia escolhida na letra A. Um exemplo, foi o comercial do MSN que o Marcelo colocou no trabalho dele das análises de portais, blogs, IMs.

c) Postar os links dos comerciais e seus comentários dizendo o que está presente naquele comercial que o torna exemplo de uso do “humor” ou do “comparativo”, etc. (Sejam criativos)

d) explicar no mesmo post, qual a USP (Proposta única de venda) daquele comercial.

O PPT com a lista, explicação e exemplos de estratégias estão no PASTANET.

Dá um exemplo? Dou.

Comercial do Twix

Estratégia predominante:

Humor. Através de personagens caricatos e do exagero das expressões “chocolate, caramelo, etc” o comercial reforça o tempo inteiro as características básicas do produto em situações aparentemente tradicionais como parto, casamento, elevador.
Proposta Única de Venda: “chocolate, caramelo e biscoito no maior mix”.





Quem são os Comunicadores Digitais?

29 03 2007

Sim, o curso recém-formou sua primeira turma de Comunicadores Digitais, made in Unisinos. Mas além do Diego, do Jean, do Charles, do Ismael e dos demais, temos uma série de profissionais com muita estrada na comunicação feita para as mídias digitais, mesmo que a estrada ainda pareça tão nova às vezes.

Profissionais que pensam de maneira multidisciplinar, combinando as características que estamos comentando passo a passo aqui na atividade de Produção de Conteúdo: entender a rede como um sistema que combina banco de dados/arquivamento, mídia e ambiente de relacionamento. Compreender a importância de combinar as soluções de hipermídia (fusão dos meios, entre outras) com a conectividade (estar online, estar em rede). Enfim, gente que sabe que pensar e desenvolver soluções para a nossa área pede um profissional de características próprias. Quem são estes desbravadores? Confira alguns.

Michel Lent – carioca radicado em São Paulo, dono da 10minutos – agência digital. Michel é, como todo comunicador digital que se preze, um grande fuçador da rede, escreve para a webinsider, dá palestras no Brasil e no exterior. Já esteve no ComDig em 2005 e todo dia no seu Viuisso, aponta pra gente idéias e coisas que não param de acontecer no mundo online. Desde pesquisa sobre o mercado de trabalho até clip de festa Axé no Second Life, além do podcast “PodCrer” que tem vários assuntos tudo a ver com gente.

Luli Rahdfarer – falando no Podcrer, o Luli é um cara que tá sempre lá no programa do Michel Lent dando o ar da graça. Graça porque o cara fala de um jeito sempre divertido sobre assuntos sérissimos ligados ao marketing digital principalmente.

Pra onde a coisa tá indo? O que é deslumbramento e o que é possível/viável/coerente? Esteve em Porto Alegre ano passado e alguns alunos do Comdig estiveram lá pra conferir.
E vale lembrar que o cidadão é Doutor pela ECA-USP em Comunicação Digital. Sim, acadêmicos do it better.

Vicente Tardin – Googliou produção de conteúdo? Métricas? web 2.0 and all that jazz?

Certamente apareceu o Webinsider nas respostas. E o Vicente Tardin é o responsável pelo site que trata de tudo e mais um pouco sobre nosso campo, através de artigos escritos por ele, pelo Michel Lent e por diversos outros profissionais. Entre eles, o gaúcho Cesar Paz.

Um dos pioneiros da Comunicação Digital gaúcha é o empresário Cesar Paz. Diretor da Ag2, uma agência digital de ponta do estado, Cesar faz mais do que gerenciar o seu negócio, ele pensa na nossa área. Foi dele a iniciativa, juntamente com outros empreendedores da área, de desenvolver a AGADi – Associação Gaúcha de Agências Digitais – que abriu espaço para a fundação da APADi – a equivalente Paulista. Cesar foi o primeiro presidente da entidade e está constantemente alimentando o site desta com seu artigos que fazem perguntas necessárias a quem quer pensar o nosso modelo de negócio.

E você, tem algum Comunicador Digital pra sugerir que apareça aqui?





Portais, Blogs e IMs: características de Hipermídia

22 03 2007

Para o trabalho de análise, consulte o PPT da aula.

Desenvolver para cada produto (cada portal, blog, etc):
– Descrição (o que é)
– Análise de cada aspecto de hipermídia, dizendo o grau (ALTO, MÉDIO E BAIXO) de cada um e JUSTIFICANDO.
– Conclusões

Colocar no word e enviar por e-mail para gfischer@unisinos.br e daniel.bittencourt@gmail.com

principios-do-hipertexo.ppt





Ainda as máquinas e o tempo

9 03 2007

Do ábaco ao Iphone, passando pelo surgimento da Apple e da Microsoft: algumas imagens que vimos na última aula sobre as principais momentos da evolução da computação e quando ela encontra a comunicação, a partir da linha do tempo construída por Suely Fragoso, professora do ComDig e pesquisadora de Mídias Digitais da Unisinos.

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Logo mais, tem mais. Como diria Fabio Massari, hoje na Rolling Stone brasileira e provavelmente a única cabeça pensante que a MTV Brasil teve.





Siga a trilha: The Machine is Us/ing Us

2 03 2007

Harrison Ford, Blade Runner

Ensinar a máquina sempre esteve no imaginário popular. Seja nos Jetson, A.I.: Artificial Intelligence ou Blade Runner, sempre houve a figura de um robô treinado para limpar a casa, tornar-se um filho ou ser caçador de si mesmo, no caso andróides.

O fato é que esta ficção está bem longe da nossa realidade. O que está bem perto, no entanto, é a inteligência coletiva que estamos construindo a partir do uso que fazemos da Web e da Internet.

Como vimos na última aula, o vídeo produzido pelo grupo Digital Ethnography [e que virou fenômeno de popularidade no YouTube] aborda parte dessas implicações. E outras, como o modo que a escrita se modificou a partir do momento em que passamos a interagir mais com o computador do que com o papel.

Produzido por uma equipe liderada pelo professor Michael Wesch, o vídeo se tornou um dos mais acessados no YouTube em sua primeira semana de exibição – o que mostra o grande apelo que um conteúdo bem produzido pode ter na Web.

Uma das indicações que aparecem em The Machine is Us/ing Us é a reportagem We are the Web, escrita por Kevin Kelly para uma edição de agosto de 2005 da revista norte-americana Wired.

A principal citação do texto é esta, que guarda muita relação com a Web 2.0:

“When we post and then tag pictures
teaching the Machine to give names,
we are teaching the Machine.

Each time we forge a link,
we teach it an idea.

Think of the 100 billion times per day humans click on a Web page
teaching the Machine”

Leia a transcrição completa do vídeo The Machine is Us/ing Us no site da Digital Ethnography.

Ensinar a máquina, neste caso, se faz a partir do uso que fazemos dela. Não que ela tenha, de fato, inteligência. Ela apenas ordena parâmetros e procura, através de cálculos matemáticos e algoritmos, resolver um problema dado – como no caso do Twenty Questions.

Está em nossas mãos dar uma boa educação a ela, a máquina. Para que este aprendizado não produza apenas Rosies, Davids e Deckards.

O que vocês acham? Usem a área de Comentários para dar opinião.